Muita Saúde com Djan Madruga
O desenvolvimento da natação em nosso país é latente, e todas as recentes pesquisas apontam para a perspectiva de uma melhor qualidade de vida, desde que o indivíduo adote hábitos saudáveis. Incentivar a prática desportiva em seus filhos possibilita um melhor desenvolvimento motor, cognitivo e social, formando, assim, futuros adultos conscientes de seu papel na sociedade.
Ensinar natação de forma lúdica, agradável e eficaz. Foi pensando assim que a academia Djan Madruga adaptou as piscinas o método Montessoriano de aprendizagem. Dos seis meses aos dez anos de idade, as crianças são incentivadas a nadar, em piscinas cobertas, por meio de estímulos como brinquedos, músicas e bóias.. A grande vantagem é que a criança constrói seu próprio nado e vai aprendendo sem perceber. A partir daí, passam para a piscina convencional, com raias, onde aprendem os quatro estilos do nado.
Toda essa metodologia foi criada visando melhorar o ensino tradicional da natação.
Adotando esse estilo, conseguimos dar a criança a liberdade de escolher o material a ser utilizado, além de proporcionar a cooperação, ampliando, assim, seus horizontes no meio líquido, formando futuros campe]os no esporte e na vida.
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Os Avanços da Hidroginástica
Este mês, convidei o coordenador de hidroginástica da Academia Djan Madruga para falar sobre os exercícios físicos feitos na água. Há registros que atividades físicas dentro dâ??água vêm sendo realizadas desde a era greco-romana. O nome hidroginástica surgiu na Alemanha, em 1968, para atender um grupo de pessoas com idade mais avançada, que precisava praticar uma atividade física segura, sem causar riscos ou lesões articulares e que lhes proporcionasse bem-estar físico e mental. Essas pessoas obtiveram ótimos resultados. Foi desta forma que a hidroginástica foi difundida, chegou aos EUA em 1972, e ganhou muitos adeptos, incluindo atletas de várias modalidades esportivas.
No Brasil, a hidroginástica surgiu há aproximadamente 21 anos, e cresceu de uma tal forma que hoje é bastante divulgada e praticada em clubes, escolas de natação e academias, fazendo parte inclusive da grade curricular de estudantes universitários de Educação Física, tornando-se indispensável aos programas de treinamento e recuperação de atletas de alto nível.
Para praticar hidroginástica, o indivíduo não precisa aprender a nadar. Em contrapartida, todos os alunos de hidroginástica desenvolvem maior harmonia no meio líquido e aprimoram seus movimentos de forma segura e eficiente. Hoje, a hidroginástica é praticada em todo o planeta, por indivíduos de todas as idades e de ambos os sexos. Tem efeitos estéticos, terapêuticos e emocionais.
Veja alguns benefícios da atividade: melhora a capacidade funcional dos músculos; aumenta a amplitude articular; contribui para perda de peso; alivia dores da coluna vertebral; melhora a estética; diminui a tensão e o estresse; melhora o condicionamento físico global; garante condicionamento físico; recupera lesões; ajuda no controle da pressão arterial; melhora a composição corporal; aumenta a circulação sanguínea; melhora a capacidade vital, proporcionando maior transporte de oxigênio, intensificando as funções cerebrais; aumenta a coordenação motora; aumenta a auto-estima das pessoas, fazendo-as mais ativas, confiantes e capazes de vencer dificuldades, estimulando sua autoconfiança; integra e socializa; diminui ansiedades; faz com que o praticante conheça melhor seu corpo e suas limitações; melhora qualidade de vida.
Concluímos que a hidroginástica é uma atividade muito prazerosa e proporciona inúmeros benefícios à saúde do praticante, em função da amplitude de movimentos obtidos no meio líquido, sob a orientação de profissionais qualificados. Então, o que você está esperando para procurar uma escola próxima para usufruir destes benefícios?
Fábio Hervê Vargens Ferraz
CREF: 3881
Coordenador de hidroginástica da Academia Djan Madruga.
Saber nadar para não se afogar
Recebemos, na Escola de Natação da Academia
Djan Madruga, algumas crianças (e até mesmo bebês) cujos pais admitem,
abertamente, que querem que aprendam a nadar apenas por uma questão de
sobrevivência. Mas a maioria dos pais alega que o principal motivo é propiciar
um desenvolvimento saudável para seus filhos. Eu acredito que, no fundo, a
maioria pensa mesmo na segurança, mais do que na saúde, embora sem admitir. E
eles têm razão de pensar assim, pois 2/3 do planeta é constituído de água e,
com a quantidade de piscinas, lagos e praias a que temos acesso, saber nadar é
mesmo uma questão de sobrevivência.
Na época em que cursei a Universidade de
Indiana nos EUA, estudei sobre afogamentos e gostaria de repartir meus
conhecimentos com vocês:
Trata-se de um dos mais importantes estudos
sobre acidentes aquáticos, feito por uma equipe médica da Universidade do Sul
da Carolina, na década de 70. Foram feitas diversas pesquisas independentes
sobre a ocorrência de situações com sérios riscos de afogamentos e os
resultados acabaram publicados no Jornal da Escola Americana de Emergências
Médicas — em abril de 1977. Uma parte do estudo pesquisou 9420 estudantes do
primário americano com idade de 1 a 8 anos. A conclusão foi que 15% deles, ou seja,
1312 reportaram pelo menos um episódio no último ano onde houve uma ameaça de
morte por afogamento.
Outra parte da pesquisa concluiu, por
amostragem, que:
• 9,4% de 253764, ou seja, 23853 crianças com
menos de cinco anos quase se afogaram no mesmo período; e que
• 22% de 519083 pessoas, ou seja,
114198 entre 15 e 24 anos quase se afogaram no último ano.
Os autores do estudo concluíram: forte
influência familiar determinava se a criança podia ou não nadar. Filhos de pais
que sabiam nadar eram mais aptos a serem bons nadadores; ao contrário, filhos
de pais que não nadavam eram mais propensos a não nadar (Murray - Infaquatics –
1980).
Se projetarmos esses índices para a nossa
região – Barra, Recreio, Vargem Grande e Pequena –, onde se estima morar cerca
de 170 mil pessoas, concluímos que entre
16 e 37 mil pessoas, com faixa etária de 2 a 24 anos, correrão riscos de
afogamento em algum momento da sua vida. É um dado alarmante, não acham?
Com 7500Km de costa e com um clima propício
ao lazer aquático como existe no Brasil, é obrigação dos pais darem a
oportunidade para os seus filhos de aprenderem a nadar. Por esse motivo, saber
nadar é maior defesa para não se afogar.
NATAÇÃO FUNCIONAL
Você deveria praticar mais exercícios! Esse talvez seja o conselho que as pessoas mais freqüentemente ouvem dos seus médicos, amigos, parentes e até de si mesmos. No entanto, sem maior especificidade é tão inútil quanto tomar algum medicamento sem supervisão médica. As perguntas são: Que tipo de exercício? Com que intensidade? Sem as respostas, e sem uma série de exercícios voltados para as suas necessidades, será difícil dar continuidade, pois você não vai obter resultados e se desmotivará. Verificamos, na escola de natação da Academia Djan Madruga, nos últimos dois anos, o aumento do número de pessoas que nos procuram para superar algumas necessidades do dia-a-dia, como subir um lance de escadas, levantar uma caixa, realizar um movimento qualquer do cotidiano para o qual estão impossibilitadas, devido a um simples descondicionamento físico ou até mesmo por conta de uma lesão osteomielítica articular. Um outro grupo de interessados são os praticantes de atividades esportivas, atletas ou não, que procuram um plano de exercícios para evitar as possíveis lesões comuns da sua atividade. Uma nova modalidade vinda dos EUA, conhecida como atividade física funcional ou simplesmente atividade física para a vida diária veio atender essas necessidades. Nesse caso, nós indicamos a natação como excelente exercício funcional para resolução de problemas simples como incapacidade de subir escadas, levantar objetos, varrer o chão sem dor nas costas, e também para pessoas que gostam de fazer atividades esportivas mais vigorosas tais como surfe, futebol, vôlei e até mesmo corrida, e sentem dores musculares e de coluna.
A natação funcional envolve atividades voltadas para o equilíbrio, reeducação sensório-motora e de força. O meio aquático oferece excelentes oportunidades, graças à flutuação dos corpos e à grande amplitude dos movimentos que são implementados com flutuadores, pára-quedas, pranchas de surf, macarrões e bolas e nos auxiliam a levar uma vida normal sem dor.
Colaborou neste artigo o professor Nelson Carvalho, da Academia Djan Madruga.
Atividade física para a melhor idade
Djan Madruga
O título desta coluna usa o termo melhor idade em vez de terceira idade, pois, a meu ver, essa é a melhor denominação para uma fase da vida onde o ser humano atingiu um nível de experiência, vivência e produtividade para curtir melhor a sua vida, coisa que não pôde fazer no passado por causa dos estudos, trabalho, casamento, filhos, responsabilidades etc. É na “melhor idade” que sobra o tempo para uma série de atividades de lazer, e também para cuidar melhor da saúde, o que se torna uma obrigação, em face do envelhecimento normal que o corpo sofre nessa idade. Mas vamos analisar o envelhecimento do corpo em três áreas: coração, músculos e ossos.
Coração - O envelhecimento do coração começa já a partir dos 30 anos, quando este músculo começa a aumentar seu tamanho a cada ano, o que acarreta menor capacidade aeróbica, ou seja, falta de ar e batimentos cardíacos acelerados ao esforço. Por isso, as atividades de esforço contínuo (aeróbicas) – como caminhar, correr, nadar e pedalar –são bastante recomendadas nessa fase.
Músculos e ossos - Dos 35 até os 50 anos, as perdas de força física não são muito significativas, mas a partir dos 50 anos observa-se um aumento da perda de força máxima muscular, que após os 60 anos chega até a 1% ao ano. Adicionado a isso, há também o fato da perda de massa óssea, que é mais acentuada nas mulheres, gerando uma predisposição à osteoporose, o que pode levar a fraturas freqüentes. Por isto, recomenda-se, a partir dos 40 anos, um trabalho de musculação, porque essa atividade garante um ganho de massa muscular e fortalecimento do esqueleto, o que detém o envelhecimento normal do ser humano.
E quais os melhores programas para cada idade? Sugiro que se faça o seguinte ciclo de exercícios, para evitar o envelhecimento:
• dos 30 aos 40 anos, fazer atividade aeróbica de 5 vezes por semana, durante 30 minutos por sessão;
• dos 40 anos 50 anos, fazer atividade aeróbica 3 vezes por semana, alternando com musculação 2 vezes por semana, durante 30 minutos;
• a partir dos 50 anos, aumentar a musculação para 3 vezes por semana e reduzir a atividade aeróbica para 2 vezes por semana, durante 30 minutos.
Qual o nível de esforço para o melhor resultado? Depende da sua adaptação ao exercício. Os estudos concluem que quanto mais vigoroso, melhor o resultado. Mas a maioria das pessoas não agüenta um programa muito intenso, portanto é melhor fazer atividades dentro do seu limite. O primeiro passo é consultar um médico e conseguir autorização para começar o programa de exercícios; depois, procurar a academia mais próxima e solicitar um programa adequado à sua realidade. Vamos lá, aproveite a sua melhor idade. Se você quiser maiores informações, acesse o nosso site www.academiadjanmadruga.com.br ou ligue 490-4200.
Djan Madruga é formado e mestrado em Educação Física pela Universidade de Indiana nos EUA. Conquistou medalha de bronze na Olimpíada de Moscou e detém, até hoje, o recorde mais antigo da natação brasileira nos 800m livres. Ele dirige a Academia Djan Madruga, no Recreio dos Bandeirantes, e a parte aquática do Bangu Atlético Clube.
O título desta coluna usa o termo melhor idade em vez de terceira idade, pois, a meu ver, essa é a melhor denominação para uma fase da vida onde o ser humano atingiu um nível de experiência, vivência e produtividade para curtir melhor a sua vida, coisa que não pôde fazer no passado por causa dos estudos, trabalho, casamento, filhos, responsabilidades etc. É na “melhor idade” que sobra o tempo para uma série de atividades de lazer, e também para cuidar melhor da saúde, o que se torna uma obrigação, em face do envelhecimento normal que o corpo sofre nessa idade. Mas vamos analisar o envelhecimento do corpo em três áreas: coração, músculos e ossos.
Coração - O envelhecimento do coração começa já a partir dos 30 anos, quando este músculo começa a aumentar seu tamanho a cada ano, o que acarreta menor capacidade aeróbica, ou seja, falta de ar e batimentos cardíacos acelerados ao esforço. Por isso, as atividades de esforço contínuo (aeróbicas) – como caminhar, correr, nadar e pedalar –são bastante recomendadas nessa fase.
Músculos e ossos - Dos 35 até os 50 anos, as perdas de força física não são muito significativas, mas a partir dos 50 anos observa-se um aumento da perda de força máxima muscular, que após os 60 anos chega até a 1% ao ano. Adicionado a isso, há também o fato da perda de massa óssea, que é mais acentuada nas mulheres, gerando uma predisposição à osteoporose, o que pode levar a fraturas freqüentes. Por isto, recomenda-se, a partir dos 40 anos, um trabalho de musculação, porque essa atividade garante um ganho de massa muscular e fortalecimento do esqueleto, o que detém o envelhecimento normal do ser humano.
E quais os melhores programas para cada idade? Sugiro que se faça o seguinte ciclo de exercícios, para evitar o envelhecimento:
• dos 30 aos 40 anos, fazer atividade aeróbica de 5 vezes por semana, durante 30 minutos por sessão;
• dos 40 anos 50 anos, fazer atividade aeróbica 3 vezes por semana, alternando com musculação 2 vezes por semana, durante 30 minutos;
• a partir dos 50 anos, aumentar a musculação para 3 vezes por semana e reduzir a atividade aeróbica para 2 vezes por semana, durante 30 minutos.
Qual o nível de esforço para o melhor resultado? Depende da sua adaptação ao exercício. Os estudos concluem que quanto mais vigoroso, melhor o resultado. Mas a maioria das pessoas não agüenta um programa muito intenso, portanto é melhor fazer atividades dentro do seu limite. O primeiro passo é consultar um médico e conseguir autorização para começar o programa de exercícios; depois, procurar a academia mais próxima e solicitar um programa adequado à sua realidade. Vamos lá, aproveite a sua melhor idade. Se você quiser maiores informações, acesse o nosso site www.academiadjanmadruga.com.br ou ligue 490-4200.
Djan Madruga é formado e mestrado em Educação Física pela Universidade de Indiana nos EUA. Conquistou medalha de bronze na Olimpíada de Moscou e detém, até hoje, o recorde mais antigo da natação brasileira nos 800m livres. Ele dirige a Academia Djan Madruga, no Recreio dos Bandeirantes, e a parte aquática do Bangu Atlético Clube.
Djan Madruga
Djan
Madruga
Academia Djan Madruga reúne milhares de ciclistas no
Passeio da Primavera Sendas-Danoninho
No
domingo, dia 24 de setembro, o Rio amanheceu mais colorido. Milhares de
ciclistas cumpriram o percurso de 8km que separa o Leblon do Leme, no Passeio
da Primavera Sendas-Danoninho, organizado pela Academia Djan Madruga.
Na
chegada, uma comemoração em grande estilo: ciclistas, convidados e banhistas
curtiram o show de body combat e lambaeróbica dos instrutores da Academia Djan
Madruga. Depois, a Pepperband fez todos dançarem ao som dos Beatles.
Os
ciclistas mais criativos, fantasiados, receberam na chegada vários brindes. O
maior destaque ficou por conta de Fernando Barbosa, que se inspirou nas
Olimpíadas para criar sua bike de 2 metros de altura. Já Lourenço Rostirolli
preferiu se fantasiar de gorila. Teve até ciclista pedalando com máscara de
oxigênio, em protesto à poluição. Isso sem falar na quantidade de participantes
que levaram flores e bandeiras do Brasil.
O
medalhista olímpico e empresário Djan Madruga destacou a importância do Passeio
para a divulgação do ciclismo. “Além de ser um esporte saudável, não é poluente
e a maioria das bikes presentes era de mountain bike, o que mostra a enorme
adequação com a primavera”.
O
Passeio da Primavera Sendas-Danoninho teve o apoio da Prefeitura do Rio e da
Secretaria Municipal de Esportes e Lazer do Rio de Janeiro, além do CasaShow
Home Center, Nextel – “muito mais que celular” – e do atendimento médico de
emergência Savior. A chancela foi da FECIERJ para mais essa realização da
Academia Djan Madruga.
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